Para casa trouxemos um exemplar de «O Senhor Valéry» da edição Caminho, com ilustrações de Rachel Caiano, com o qual Gonçalo M. Tavares foi distinguido em 2002 com o Prémio Branquinho da Fonseca, pela Fundação Calouste Gulbenkian, e Jornal Expresso. Após leitura in loco de 4 das vinte e cinco breves histórias, que fazem parte de «O Senhor Valéry», este é apenas um de uma lista de outros senhores que se seguem, pertença de O Bairro, sempre à volta de curtos episódios lógicos, que se resumem a um excelente desafio de inteligência, à descoberta de como interpretamos os diferentes comportamentos humanos. No geral a noite agradou, e é com expectativa que aguardamos pela segunda sessão, no próximo dia 18 de Abril, no mesmo local, e à mesma hora – iniciativas da agenda mediática da Biblioteca Municipal, da máxima importância para o desenvolvimento cultural de Albufeira.
sábado, 29 de março de 2008
Alargar visões
Para casa trouxemos um exemplar de «O Senhor Valéry» da edição Caminho, com ilustrações de Rachel Caiano, com o qual Gonçalo M. Tavares foi distinguido em 2002 com o Prémio Branquinho da Fonseca, pela Fundação Calouste Gulbenkian, e Jornal Expresso. Após leitura in loco de 4 das vinte e cinco breves histórias, que fazem parte de «O Senhor Valéry», este é apenas um de uma lista de outros senhores que se seguem, pertença de O Bairro, sempre à volta de curtos episódios lógicos, que se resumem a um excelente desafio de inteligência, à descoberta de como interpretamos os diferentes comportamentos humanos. No geral a noite agradou, e é com expectativa que aguardamos pela segunda sessão, no próximo dia 18 de Abril, no mesmo local, e à mesma hora – iniciativas da agenda mediática da Biblioteca Municipal, da máxima importância para o desenvolvimento cultural de Albufeira.
sexta-feira, 28 de março de 2008
Fernando Pessoa
A felicidade exige valentia."Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."terça-feira, 25 de março de 2008
domingo, 23 de março de 2008
sexta-feira, 21 de março de 2008
Precioso líquido
Já que é tão valiosa como a própria vida, dediquemos este dia a actividades concretas de consciencialização do desenvolvimento dos recursos hídricos, procurando manter os reservatórios naturais, e salvaguardando toda a sua pureza.
Dia Mundial da Poesia
A poesia é uma arte literária que recria um outro mundo repleto de emoções. A sua origem data da Grécia – berço da civilização ocidental, com Homero, mais exactamente através da Ilíada e da Odisseia.Em 2000 a UNESCO proclamou o dia 21 de Março como o Dia Mundial da Poesia e determinou que as comemorações fossem a nível internacional, variando desde sessões de leituras públicas, à realização de eventos diversificados, que vão desde exposições, debates, lançamentos de obras, até à concessão de prémios.
Trago nas mãos
A memória quente
Da linguagem gestual
Das tuas mãos
Confissões mudas de segredos
Tatuadas no silêncio
Das palavras do poema
A Tatuagem de Manuel dos Santos Serra, do livro O olhar das Palavras, editora Caleidoscópio 2005 (poema que escolhi para este dia, gentilmente cedido por Zizi)
quinta-feira, 20 de março de 2008
Dia Mundial da Floresta
As florestas resultam de um longo processo evolutivo de milhões de anos, e constituem um importante património colectivo. A sua conservação diz respeito a todos nós cidadãos. Sem dúvida um recurso natural renovável, gerador de múltiplos bens da maior relevância para o ambiente, e para a nossa qualidade de vida. Em mais um dia de celebrações, com destaque para a crescente valorização das funções culturais, ambientais, e recreativas das florestas, aqui fica a nossa homenagem às árvores de todo o mundo.
terça-feira, 18 de março de 2008
Visita de Estudo ao Palácio-Convento Mafra
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No passado sábado dia 15 de Março realizou-se uma visita de estudo ao Palácio-Convento de Mafra.
Apesar de alguns já conhecerem este Monumento Nacional é sempre agradável rever um pouco da nossa história e do nosso património.
Depois de um agradável almoço no Restaurante “Toca da Raposa” em Mafra onde fomos muito bem servidos seguimos para Vila Nogueira de Azeitão onde numa visita guiada visitámos uma das mais antigas adegas do país e nos foi oferecido a provar um vinho de mesa “Piriquita” e um digestivo “Moscatel” da empresa José Maria da Fonseca os quais muito apreciámos e agradecemos a simpatia com que fomos recebidos.
Dos alunos e amigos presentes neste evento 77% classificaram no de Muito Bom e 23% de Bom e sugeriram que se façam outros iguais como por exemplo visita ao “Palácio da Ajuda”, “Paço Ducal de Vila Viçosa”, “Barragem do Alqueva” e arredores, Serra da Estrela, etc.
À Direcção da Associação dos Amigos de Albufeira e Câmara Municipal de Albufeira os nossos agradecimentos pelo apoio.
Para mim foi um prazer ter realizado este passeio, e um bem-haja a todos pela vossa amizade.
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Palácio Nacional Mafra
O Palácio Nacional de Mafra, foi construído durante o reinado de D. João V, em consequência de um voto que o jovem rei fizera se a rainha D. Maria Ana de Áustria lhe desse descendência. Há quem defenda que a obra se construiu por vias de uma promessa feita relativa a uma doença de que o rei padecia. O nascimento da princesa D. Maria Bárbara determinou o cumprimento da promessa. Este palácio e convento barroco dominam a vila de Mafra.
O trabalho começou a 17 de Novembro de 1717 com um modesto projecto para abrigar 13 frades franciscanos, mas o dinheiro do Brasil começou a entrar nos cofres, pelo que D. João e o seu arquitecto, Johann Friedrich Ludwig que estudara na Itália, iniciaram planos mais ambiciosos. Não se pouparam a despesas. A construção empregou 52 mil trabalhadores e o projecto final acabou por abrigar 330 frades, um palácio real, umas das mais belas bibliotecas da Europa, decorada com mármores preciosos, madeiras exóticas e incontáveis obras de arte. A magnífica basílica foi consagrada no 41.º aniversário do rei, em 22 de Outubro de 1730, com festividades de oito dias.
O palácio só era popular para os membros da família real, que gostavam de caçar na tapada. Hoje em dia decorre um projecto para a preservação dos lobos ibéricos. As melhores mobílias e obras de arte foram levadas para o Brasil, para onde partiu a família real quando das invasões francesas, em 1807. Desconhece-se, no entanto, o destino da maior parte desse património, visto que não constam em qualquer acervo museológico brasileiro. O mosteiro foi abandonado em 1834, após a dissolução das ordens religiosas. Durante os últimos reinados da Dinastia de Bragança, o Palácio foi utilizado como residência de caça e dele saiu também em 5 de Outubro de 1910 o último rei D. Manuel II para a praia da Ericeira, onde o seu iate real o conduziu para o exílio.
No palácio pode-se visitar, a farmácia, com belos potes para medicamentos e alguns instrumentos cirúrgicos, o hospital, com dezasseis cubículos privados de onde os pacientes podiam ver e ouvir missa na capela adjacente, sem saírem das suas camas. No andar de cima, as sumptuosas salas do palácio estendem-se a todo o comprimento da fachada ocidental, com os aposentos do rei numa extremidade e os da rainha na outra, a 232 m de distância. Ao centro, a imponente fachada é valorizada pelas torres da basílica coberta com uma cúpula. O interior é forrado a mármore e equipado com seis órgãos do princípio do século XIX, com um repertório exclusivo que não pode ser tocado em mais nenhum local do mundo. O átrio da basílica é decorado por belas esculturas da Escola de Mafra, criada por D. José I em 1754, foram muitos os artistas portugueses e estrangeiros que aí estudaram sob a orientação do escultor italiano Alessandro Giusti. A sala de caça exibe troféus de caça e cabeças de javalis.
O Palácio possui ainda dois carrilhões, mandados fabricar em Antuérpia por D. João V, com um total de 92 sinos que pesam mais de 200 mil quilos e são considerados dos maiores e melhores do mundo. Tocam valsas e contradanças.
A forte ligação do palácio á música mantém-se até hoje.
Contudo o maior tesouro de Mafra é a biblioteca, com chão em mármore, estantes rococó e uma colecção de mais de 40 000 livros com encadernações em couro gravadas a ouro, incluindo uma segunda edição de Os Lusíadas de Luís de Camões.
Foi classificado como Monumento Nacional em 1910.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
A nossa viagem a MAFRA !!
Rolam sobre o asfalto negro, 4 rodas dançando ao som da música que animava as nossas almas a caminho da viagem de estudo a Mafra.
O espírito da partilha da descoberta era o nosso propósito.
No Palácio e Convento de Mafra fomos invadidos pelo deslumbramento da sua grandiosidade e austeridade.
Nos labirintos do tempo e do espaço encontramos personagens monárquicos, seus hábitos suas histórias. Também foi-nos dado o conhecimento monástico através das celas e enfermarias do Hospital.
Entretanto o ser corporal que somos reivindicou o seu alimento e eis-nos a caminho de um belíssimo “arroz de pato”.
Em Azeitão na “Adega de José Maria da Fonseca tivemos o baptismo e o contacto com a cultura vinícola. Aí dialogámos com a guia, com a “Piriquita” e um excelente “Moscatel” através da partilha dos seus sabores e aromas.
De regresso a casa, transportados pelo autocarro, como se de asas se tratasse, enveredámo-nos em cantos, conversa e música.
Acabou o passeio. Ficou o gosto de umas horas de harmonia e bom convívio.
Foi unânime o desejo de não podermos parar. Devemos marchar para novas saídas, novas terras novos vinhos com pato ou sem pato, mas sempre com o espírito da descoberta e socialização com novas fontes e novos saberes.
Zizi
segunda-feira, 17 de março de 2008
DIAS CONTADOS XVII
Medo e fascínio – No outro dia voltei lá. Onde o mar nos molda a cultura, e faz qualquer um sentir-se pequenino diante da imensidão. Lá, mesmo no ponto mais ocidental da Europa, no grande promontório, onde mares dantes povoados de mistérios e visões fantásticas se cruzam, e a ligação da natureza com o Homem nos faz sentir mais perto de Deus! Património histórico repleto de experiência marítima, que a ciência, o imaginário, o movimento náutico, e a cartografia revolucionaram por completo. O lugar que imortaliza a memória do infante D. Henrique, através dum projecto ambicioso e idealista, de navegar mais longe. A escola de Sagres é a escola da vida - ponto de partida para todos os nossos sonhos! Ver reportagem fotográfica em http://www.caprichodointelecto.blogspot.com/
Teresa Nesler

