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segunda-feira, 28 de abril de 2008

Para ti minha mãe... e para todas as mães


Mãe! Tu que te preocupaste
Muito antes de eu nascer!
Mãe! Tu que te sacrificaste
Para "quase" tudo eu ter...

OBRIGADA MINHA MÃE!

Mãe! Por aquilo que me fizeste,
Cheio de carinho e amor...
Mãe! Pela vida que me deste
Ajudada pelo Senhor!

OBRIGADA MINHA MÃE!

Sendo hoje o grande dia,
Que para ti escolheram!
Justo era e bom seria,
Que aqueles, qu´o elegeram,
Dissessem e muito bem:
- No ano, dia após dia...
É dia da Mãe também!

sábado, 22 de dezembro de 2007

O MEU NATAL EM CRIANÇA...


O meu Natal era assim:
Que noite maravilhosa!
Era a mais bela p’ra mim!
A mais linda, desejosa…
Tinha ternura sem fim!


Um Natal tradicional
Com missa de ida a pé.
Ano após ano, era igual…
Hoje; já assim não é.
Que diferente é o Natal!

A doçura do momento,
Do sapato à chaminé!
O pobrezinho presente
Na manhã, pé ante pé…
Eu; feliz… tão contente!

Era magia, Amor
Tinha um cheiro especial!
Alegria, muita «cor…»
Em cada um cada qual
Um vigor, espiritual…

Era uma Festa afinal!
Convívio familiar
Contorno celestial…
Um tempo d’encantar
A criançada em geral.
Assim era, o meu Natal!

Poema de Ida Santos

domingo, 25 de novembro de 2007

OUTRO OUTONO QUE CHEGOU....

Que farrapos de «algodão»,
Chamam imaginação
Neste céu anil dourado!...
São formas que dão à gente,
Um Outono reluzente
Sombras; do Verão findado.

Rola uma folha caída
Outra mais, outra seguida
Da mãe, já tão desnudada…
E se a altivez do vento
Não pára nem p’r um momento,
Leva-as todas de rajada…

Relaxa a areia, o mar…
As ondas a espraiar
No seu vaivém natural!
Calmaria; menos gente
Ausente o calor ardente,
Tão mais só, o areal!

É tempo que se afastou
Dum Estio que nos deixou.
Rodou; voltou a entrar!
São dias de aragem fria
Que nos fazem companhia
Consola… o aconchegar!

Sobe a fumaça p’lo ar!...
E ao som daquele estalar
Um aroma… especial!
Astro rei dorme mais cedo,
Há magia, há segredo,
Muito em breve; é Natal!...

Poema de Ida Santos