segunda-feira, 29 de outubro de 2007

AUTORES ALGARVIOS

Hora de Pensar
E conhecer
-

Ao azul turquesa escuro ou esverdeado do mar algarvio;
Ao luar projectado nas águas que vagueiam entre as areias douradas das falésias de diversos tons;
Ao conjunto de sonhos, sentimentos e pensamentos de cada algarvio por nascimento ou por amor;
À realidade cultural deste Algarve mesclado de diversas culturas e raças, junta-se a obra de ILENA L. C. GONÇALVES “ Escritores portugueses do Algarve”, Edições Colibri em 16 de Outubro de 2006, após longas pesquisas sobre o tema.
A obra apresente-nos diversos autores algarvios do Algarve. Alguns de renome internacional, com obras traduzidas em diversas línguas. Outros menos conhecidos, mas todos de uma oralidade escrita de grande valor e que testemunham a nossa cultura e o nosso orgulho por este pequeno rincão plantado na Europa e banhado pelo mar Atlântico, onde predominam as cores, os feitos das descobertas, as gestas de grandes homens que constituem a alma deste povo.
-
Poesia de Casimiro de Brito

A minha paixão é o mar

A minha paixão é o mar,
Uns restos de maresia
Que trouxe das infâncias, longe,
Quando havia ilhas. Outro resto
É cantar
Assim à distância
Um corpo que não teve
Limites, Só delicadas
Armadilhas.
*
(fragmento 239, do segundo Livro das Quedas.
Inédito)

-

Pequena nota biográfica:
Casimiro de Brito, nascido em Loulé em 1938.Estudou em Faro e depois em Londres, no Westfield College.
No final da década de sessenta viveu na Alemanha. Passou a viver em Lisboa, em 1971.

Estes elementos foram retirados da obra Escritores Portugueses do Algarve de ILENA LUIS CANDEIAS GONÇALVES.

Zizi Magalhães. Prof. De Taichi na UATI

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Brincando com a GRAMÁTICA !!!

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. O artigo, era bem definido, feminino, singular. Ela era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, silábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro.
Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.
Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo.
Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.
Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula.
Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros.
Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa. Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais.
Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa. Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular.
Ela era um perfeito agente da passiva; ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.
Nisto a porta abriu-se repentinamente.
Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história. Os dois olharam-se; e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício.
Que loucura, meu Deus!
Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto. Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que, as condições eram estas:
Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história. Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

Alberto David

domingo, 21 de outubro de 2007

MESTRES DA POESIA

Adaptação de um ficheiro Power Point a Video.

A.David

O HOMEM

O homem é criatura única que se questiona e formula perguntas, hipóteses e respostas.Ele busca o sentido da vida, da existência, da sua própria essência, porque se sente parte integrante do seu problema.Que lugar ocupa, o que o mundo lhe reserva?A confusão e a dissolução da teoria a ordem humana que o rodeia, o ameaçam.Todas as outras criaturas que constituem o mundo do nosso planeta têm uma existência apática e não põem em questão o seu meio.O homem enquanto Ser, questiona-se e torna-se o próprio acto de perguntas e o objecto que constitui e é interrogado.Na Antiguidade e na Idade Média o que dominava era um pensamento objectivo em que o homem tinha a consciência da sua posição indiscutível e da segurança absoluta no seu Ser.Presentemente impõe-se a mentalidade subjectiva, em que procura um conhecimento seguro a partir da imanência da subjectividade, constitui-se assim, uma mudança radical na imagem do homem, que se acentua na passagem da Idade Média para a idade Moderna.Os pensamentos sistemáticos, metafísicos da escolástica, entra em crise e tem como consequência, a uma tendência de uma concepção crítico-empirica.A evolução leva-nos ao humanismo com o sentimento vital que tem como objectivo o homem no mundo e que confere à Antiguidade Clássica uma nova forma de vida, convertendo-a em idealismo da vida humana e da formulação espiritual, dando caminho ao inicio de uma viagem do sobrenatural para o natural, da transcendência para a imanência.Ao mesmo tempo a Religião sofre uma rotura na sua unidade de fé.A revolução Coperniana vem juntar-se e com as causas apontadas anteriormente, desmorona-se a imagem geral do mundo o que vem afectar o próprio homem e a sua posição no universo.O homem considerava-se o epicentro de um mundo perfeito, ordenado e claro.A Terra em torno da qual giravam o Sol e todas as estrelas, como centro do universo com o principal personagem do mesmo, o homem, é posta em causa, pois deixa de ser o epicentro de tudo e torna-se um mero planeta que bebe a sua vida em torno do sol através da sua rotação, provoca no homem o sentimento de ser lançado para um universo sem fronteiras, inseguro e sem orientação. No cosmo, ele é mais um dos seus elementos, sem uma posição da sua existência garantida, e, é impelido para si mesmo, como único ponto seguro que lhe é oferecidoO que o leva a reflectir sobre si mesmo e a questionar acerca do ser homem e do sentido da sua vida.Dedica-se a partir dai ao seu estudo próprio, encontra as causas da sua personalidade, os seus três estados e parte para a busca do sentido da sua vida.Na personalidade encontra os seus factores de hereditariedade (o seu código genético) o meio em que vice e as experiências pessoais que lhe irão proporcionar voos mais altos.Apercebe-se da sua natureza no dinamismo, na constância da acção e comportamento nos traços comuns (extroversão, amabilidade, consciência, estabilidade emocional, cultura) e disposições pessoais.Somos seres complexos e imprevisíveis, inconstantes, mais sem duvida a obra mais perfeita do universo.
-

Zizi - Prof. de Taichi

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Música para o Fim de Semana

Andrea Bocelli and Luciano Pavarotti Medley

FOTOGRAFIA DO ANO


RAZÃO PARA VIVER
-
Encontrei uma razão para viver
De porta aberta sonhos risonhos!
Sinto o verdadeiro do meu ser,
Foram-me restituídos meus sonhos…
-
Sonhos que se tornaram realidade,
Outra página de amor, ventura
Ventura que me dá felicidade,
Sonhos que me enchem de doçura…
-
Sonhos desejados, delirantes,
No entardecer da minha vida.
Noites para amar, para amantes…
Vida, dia-a-dia, é diluída.
-
Fechei as portas do meu passado,
Vou dar novo rumo à minha vida.
Vou carregar na alma o pecado,
Vou amar sem conta, nem medida…
-
António Henrique – Paderne, 18.09.2000

DIAS CONTADOS VIII

Na linha da frente – Faça chuva, ou faça sol, ela está sempre lá. Com o oceano ao fundo, e o casario à espreita, ao som da cadência ritmada das ondas, e do cheiro a maresia. Naturalmente faz da esplanada um prolongamento da sua própria sala de estar, e breves instantes chegam para a ver dar um beijo a um, apertar a mão a outro, sussurrar para um lado, e sorrir para mais alguém, com meio mundo a seus pés! Assim é a Zizi, e o seu frenético dia a dia, e aqueles são apenas uma pequena parte dos infindáveis protagonistas que a rodeiam, num universo que é tudo menos estático. Confesso que é sempre um enorme prazer ir ao seu encontro, como se alegremente me despertasse para a vida. Numa destas tardes, quando trocávamos um dedo de conversa, ao sabor de uma agradável sopa de grão, rematada com um cheirinho a hortelã, tive o privilégio de conhecer no seio do seu circulo de amizades, o ilustre casal do Porto, José e Lurdes Neto, a quem completamente me rendi. Foi ali mesmo, naquele magnifico cenário, que recebi uma singular aula de literatura ao ar livre, sobre precisamente Cesário Verde. Tendo em mãos o seu livro de poemas, e confrontando-me com uma certa perplexidade em lhe reconhecer a genialidade, que muitos lhe atribuem, bastou o José soltar as palavras certas, para mais tarde o redescobrir. As imagens do quotidiano citadino, o reencontro com o campo, a poesia descritiva, a aproximação à pintura impressionista, o interesse pelo conflito social, e o colorido da linguagem que me foram apontados, inverteram-me a opinião, num momento de viragem absolutamente único. A partilha do conhecimento, e o cruzamento de saberes, às vezes geram estas coisas!

E eu, apesar do sol, examinei-a:
Pôs-se de pé; ressoam-lhe os tamancos;
E abre-se-lhe o algodão azul da meia,
Se ela se curva, esguedelhada, feia,
E pendurando os seus bracinhos brancos.

Cesário Verde (Num bairro moderno)

Pura magia – A viagem é iniciada cedo, quando a neblina ainda paira no ar. À medida que vamos avançando, o sol desperta, e o arvoredo prende-me o olhar, que se cruza com uma nova descoberta. Logo a seguir à passagem pela Ribeira, sou invadida por uma sensação de liberdade, ao contemplar a paisagem vasta, e o infinito do horizonte. Não há vento, e apenas uma leve brisa toma conta de mim, trazendo-me sossego, e tranquilidade. Tento esquecer as horas, e consumi-las vagarosamente, para não fugir à realidade que me envolve. Inclinadas sobre o rio, as vinhas das encostas não são mais do que um rasgo de emoção. Ao encontro das expectativas, o vinho da região demarcada anda por todas as bocas do mundo fora. Passamos por baixo de pontes, por pequenos aglomerados aqui e ali, pela barragem de Crestuma-Lever, por outros barcos, e outras gentes, que das margens nos acenam em sinal de paz. Só o pássaro que sobrevoa quebra o silêncio que nos fala mais alto. Um dia no Douro não me chega, e a memória e a nostalgia pedem-me para quanto antes lá voltar.
Teresa Nesler

terça-feira, 9 de outubro de 2007

HORÁRIO DAS ACTIVIDADES - 2007/2008

Segunda-Feira
-
10:30 - 11:20 - Música Popular..........Sala III
11:30 - 12:20 - Música Popular..........Sala III
-
14:30 - 15:20 - Literatura Portuguesa * Filosofia/Psicologia (a).........Sala II

(a) - Estas disciplinas funcionam quinzenalmente, de forma alternada.
-
15:30 - 16:20 - História de Portugal..........Sala II
-
16:30 - 17:20 - Informática (Nível 2).........Informática
*
*
Terça-Feira
-
10:30 -11:20 - Economia Portuguesa................Sala II
-
15:30 - 16:20 - Sociologia do Quotidiano..(b)...Sala II
-
(b) - Esta disciplina funciona quinzenalmente
-
15:30 - 16:20 - Alemão..........Sala II
16:30 - 17:20 - Alemão..........Sala II
*
*
Quarta-Feira
-
09:30 -10:30 - Ginástica de Manutenção...........Sala III
-
10:30 - 12:20 - Artes Decorativas........................Sala I
-
14:30 - 15:20 - Desenho............Sala I
14:30 - 15:20 - Taichi................Sala III
-
15:30 - 16:20 - Desenho..................................Sala I
15:30 - 16:20 - Música - Arte dos Sons.........Sede
-
16:30 - 17:20 - Informática (Iniciação)..........Informática
*
*
Quinta-Feira
-
14:30 - 15:20 - Inglês..........................................Sala II
15:30 - 16:20 - Alemão........................................Sala II
16:30 - 17:20 - Alemão........................................Sala II
17:30 - 18:30 - Etiquetas e Boas Maneiras.......Sala II
*
*
Sexta-Feira
-
10:30 - 11:20 - Danças.................Sala III
15:30 - 16:20 - Internet...............Informática

domingo, 7 de outubro de 2007

Abertura do Ano Escolar - 2007/2008




Em ambiente de festa a Direcção da Associação dos Amigos de Albufeira, abriu o novo Ano escolar de 2007/2008 na UATI.
O presidente Sr. Manuel Trocado, acompanhado por vários elementos da Direcção, e pelo Professor Domingos Coelho, coordenador pedagógico da UATI dirigiram a todos os Professores e Alunos presentes palavras de incentivo e agradecimento.
A cerimónia de abertura desenrolou-se em ambiente festivo e de pura confraternização como é timbre na UATI.
O coktail de boas vindas, como já vêm sendo habitual, esteve a cargo do sempre incansavel casal Alves, a todos eles Alunos e Professores, agradecem o momento vivido.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

DIAS CONTADOS VII

A ilha – Longe das multidões, e dos grandes centros urbanos, é sempre um prazer lá voltar. Do barco avisto a limpidez da água, e a areia fina e branca, com pinheiros salpicados, aqui e ali. Apeamo-nos, e vagarosamente seguimos o trilho, entre um grupo de nuestros hermanos, e dois jovens holandeses de mochila às costas. Acelero o passo, e de imediato mergulho num mar sem fim. Ali, não há lugar para balbúrdia, ou sequer poluição. Subsiste apenas a intensidade de cada momento. De seguida saboreio um peixe fresco, e toda a tranquilidade que noutros locais me falta, até deixar a ilha de Tavira, de novo defrontando o caos.

As ondas quebraram uma a uma
Eu estava só com a areia e com a espuma
Do mar que cantava só p’ra mim

Sophia de Mello Breyner Andresen

O nó – Tal como uma princesa saída dum conto de fadas, surge-nos passo a passo, fulgurante e esbelta. Pelo braço do pai avança ao encontro do noivo, que transborda de alegria difícil de conter. Ao som de notas melódicas parte-se da igreja para o copo d’ água, que se prolonga até ao final do dia, enquadrado num cenário natural, com Sintra a perder-se de vista. É o início de uma nova caminhada a dois, e o compromisso com o amanhã, quando a vida passa a ser dividida. Felizes para sempre? Porque não?! Basta a vontade de cada um, saber sempre colocar-se no lugar do outro. À minha sobrinha Carolina, e ao André, brindo a um futuro risonho e duradouro.

A indefinição – Começou a contagem decrescente para o reinício das aulas. Não podendo marcar presença na sessão de abertura, anseio que se estabeleçam novos procedimentos e objectivos, e que os mesmos sejam eficazmente atingidos. Já pouco faltará para sabermos o que de diferente está em marcha, e qual a estratégia a seguir, para nos conquistar a todos, apenas um bocadinho mais. A bem da Uati!

O imparável – Apaixonado pela vida, desdobra-se de blog em blog, sempre com muita emoção. Uma vez mais, o nosso responsável técnico torna a surpreender-nos, recriando mais um espaço, onde militares de outrora se voltam a reencontrar. Para além das palavras, e das fotografias, está toda uma memória colectiva agregada a ligações passadas, que importa preservar. É mais um desafio, e o enorme prazer de reinventar, partilhando vivências, e reconstituindo lembranças em: http://www.batalhaocavalaria1883.blogspot.com/. Não deixe de ir espreitar!

Teresa Nesler

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

O Teatro Sénior, continua a voar

Inserido no Programa Viver Sénior

E a convite da Camara Municipal de Portimão

o Grupo de Teatro Senior de Albufeira levou em cena "O Vôo das Gaivotas" encenado por Meire Gomes, no passado domingo no Festival Viva+ no "Portimão Arena" ao que se seguiu um animado jantar convivio no Restaurante "Lugar do Rio" oferecido pela C.M.P.


O Grupo de
Teatro Senior agradece

Á Camara Municipal de Portimão, por nos ter dado a possibilidade de divulgar o nosso trabalho e á Camara Municipal de Albufeira pelo apoio logistico que colocou á nossa disposição, a ambas o nosso Obrigado.

Trabalho realizado por:

Helena Oliveira



Meire Gomes, nascida a 6 de Dezembro de 1961 em Floresta Azul, estado da Bahia no Brasil.
Profissão Pintora, chegou a Portugal em Novembro de 1999, onde desde então já fez algumas
exposições na Galeria Samora Barros em Albufeira, contudo o Teatro é a sua paixão sendo
actualmente a encenadora do Grupo de Teatro de Albufeira e actriz, cenógrafa e caracterizadora
da Companhia de Teatro 100 Palavras de Loulé.
Fotografia e descrição de:
Helena Oliveira

O Rottweiler


A origem do Rottweiler remota à época romana onde era usado como cão de guarda de rebanhos e de acampamentos militares do exército romano. A expansão do Império Romano através dos Alpes levou à criação O deste gado numa vila alemã chamada Rottweiler, daí o seu nome. Este cão era apreciado pela sua coragem e inteligência sendo principalmente usado pelos criadores de gado da região para guardar o gado e a carne.
Actualmente a raça Rottweiler expandiu para quase todo o mundo sendo usado como cão de guarda, trabalho e companhia. A sua docilidade e obediência permitem um bom enquadramento em muitas famílias. Embora a sua tendência para o domínio seja vincada o estabelecimento de uma hierarquia pelo dono estabelece o equilíbrio.
O Rottweiler é um cão robusto mas precisa de uma alimentação equilibrada e adaptada a raças grandes. Quando se compra um Rottweiler deve-se ter em consideração a possibilidade de o cão estar afectado por displasia da anca. A displasia da anca tem origem genética sendo possível ser detectada por exame radiológico antes do aparecimento dos primeiros sintomas. Deve-se evitar a reprodução de cães afectados por esta doença. Igualmente importantes são a vacinação e a desparasitação de acordo com o conselho do seu médico veterinário.

Ana Margarida Oliveira
Médica Veterinária